Por Deise Anne
Há algum tempo revisei uma crônica do Ignácio de Loyola Brandão, para a Revista Nossa América, do Memorial da América Latina. Uma homenagem póstuma a Moacyr Scliar, na qual fala da vida de escritores, dos encontros proporcionados pela literatura, histórias dos anos de amizade.
Revisando. Este tem sido o meu maior aprendizado com o texto, por que tenho tido as mais diversas experiências com a palavra escrita, inclusive a honra de revisar um texto [quem diria] de Ignácio de Loyola Brandão.
[Pensei, quando recebi o texto: mas e quem é que revisa o texto de um homem como esse?]
Criei uma grande expectativa com o trabalho. Hesitei por receio de não estar à altura da tarefa, mas, à medida que lia o texto iam se apagando todas as projeções criadas, e o medo se dissipou. Por que o texto não era perfeito. Era simples! Sem querer Loyola Brandão fez uma grande revelação para mim: o simples comporta a beleza de maneira singular. E com a mesma simplicidade, acrescida de um enorme respeito, conclui o meu trabalho que está na publicação número 42 da revista do Memorial, aqui.
Boa leitura!
Adendo: no início do ano participei de um concurso literário chamado: “Escritos de Amor”, da Editora Casa do Novo Autor. Eu não ganhei, mas meu texto entrou na Antologia dos textos selecionados. Aqui disponibilizo a crônica para quem quiser conferir, é só clicar na imagem.
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5 alvoroço:
é só o comecinho...
;)
amém! :)
Começos 2 ótim oquerida. TUdo que vc escreve vc não escreve só com a mente e o coração sua lama está em tudo, por isso é maravilhoso. ótima semana linda beijos
Que massa! A prova de que não é preciso escrever "difícil e rebuscado" para dizer o que queremos. O simples pode, simplesmente, dizer tudo.
Boa semana pra vc!!!
Obrigada, Jamylle! Ótima semana pra você também. :)
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